Blog do Eloi Zanetti – Consultoria, Palestras e Artigos de Marketing, Criatividade e Vendas

Blog do publicitário e escritor Eloi Zanetti. Consultoria, palestras, artigos e tudo o que você precisa saber sobre marketing e vendas. Curitiba – PR | Rua Senador Saraiva 78 | Telefone 3026-0222

  • RSS
  • Linkedin
  • Facebook
  • Twitter
  • E-mail

Archive for agosto, 2010

Ternos com caimentos folgados, ombreiras, roupas de padre, de carroceiros, rendas, babados, donas de casa, comerciantes e executivos de televisão. Gente simples passa através do tempo (1918-1975) mostrando costumes, modos de vida e de se vestir nas cidadezinhas do interior brasileiro. Um país rural, ainda ingênuo se retrata no filme Chico Xavier.




Nenhum trabalho de marketing ou comunicação bem feito e perene pode ser elaborado sem que antes seja precedido do levantamento inicial de um bom conceito – a idéia principal – que deve ser muito bem pensada e exaustivamente trabalhada.







Primeiro, nos espantamos com aquele insólito paletó cheio de botões, depois com o gesto simpático em nos presentear com um botão relativo ao fato do dia.
Em seguida vem uma avalanche verbal. Hélio fala com desenvoltura sobre qualquer assunto e conceitua o cotidiano como um bom filósofo.







m qualquer atividade que envolva terceiros, principalmente nas negociações e no desenvolvimento de projetos, devemos informar sempre aos parceiros e interessados sobre o andamento dos trabalhos.







O multifuncional Rettamozzo encontrou bom caminho para a sua arte. Depois de anos na publicidade descobriu uma técnica medieval para a criação de murais, onde o ponto de vista é olhado de cima (vista da torre). Seus novos quadros são uma maravilha em conceitos e concepção – olhe para o chão que tudo está lá, inclusive o nosso planeta.







Perto da minha casa, no tempo em que morei no Pilarzinho, havia uma pequena padaria de esquina. O dono, um simpático senhor de meia-idade, soube criar um ambiente familiar aconchegante e fez do seu estabelecimento o ponto de encontro ideal dos madrugadores.







Vou tecendo, porque a palavra texto vem do latim textum, que significa tecido, ou seja, quem escreve tece. Complexidade – vem de tear. Quando escreve leio em voz alta, porque o som me mostra se faltou ou sobram palavras.  Depois a leitura implacável de Helena – uma crítica feroz. Quando escrevo não conto mais para ninguém só mostro depois de pronto, senão perco a vontade. – Eduardo Galeano




“Você precisa pegar o leitor no inicio do conto e conduzi-lo até o final. Dê um ritmo respiratório para o texto. Caso uma frase corte este ritmo você tem que amaciá-la, um ou dois adjetivos para manter a ligação. Eles estão lá, parecem ser desnecessários, mas estão para ajudar a manter o ritmo. Sem carpintaria não há texto!” – Gabriel Garcia Marques




Se ficar bloqueado pule todo o texto: “Se uma cena ou segmento começar a levar a melhor sobre você,e você ainda quiser insistir nela, contorne-se e prossiga. Quando tiver terminado tudo, volte para lá, talvez você descubra que todo o problema era que ela não se encaixava naquele ponto. Ou volte para o caderno e escreva o caminho de volta ao texto principal o mais depressa possível.”