Blog do Eloi Zanetti – Consultoria, Palestras e Artigos de Marketing, Criatividade e Vendas

Blog do publicitário e escritor Eloi Zanetti. Consultoria, palestras, artigos e tudo o que você precisa saber sobre marketing e vendas. Curitiba – PR | Rua Senador Saraiva 78 | Telefone 3026-0222

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Archive for agosto, 2010

Cortar textos é igual a podar árvores. No inicio você fica com dó e, cheio de dúvidas, se pergunta: Será que esse galho ou essa frase tem que sair fora? Depois, se acostuma e vai podando. O trabalho final tem que ficar elegante e bonito aos olhos. Quer aprender a escrever com concisão, estude Hemmingway, Dalton Trevisan, Juan Rulfo e faça um curso de jardinagem sobre poda de árvores e  …




Na década de 70, 30% da população brasileira moravam nas cidades e 70% nas zonas rurais. Hoje, 76% vivem nas cidades e 24% no campo. Essa rápida movimentação provocou nas pessoas que trocaram a vida do campo pela cidade uma crise de sentimentos. Em novo ambiente, longe das suas referências campestres, a nostalgia veio e se instalou no coração dos nossos pais e avós. Nostalgia quer dizer “dor da ausência  …




Fazia tempo que não via nada que me chamasse a atenção nas TVs. O novo comercial das sandálias Havaianas se parece com os antigos comerciais das décadas de 80 e 90. Criativo, engraçado sem ser chulo. Há uma fila para se entrar numa festa e quem está de havaianas não entra. Só que é um cara vestido de havaiana. Assistam e entenderão.




Acabei de ler um livro que há muito desejava ler: Pedro Páramo do mexicano Juan Rulfo – o rei do corte. Além de cortar suas frases até a exaustão, Juan foi considerado o precursor do realismo fantástico latino americano. Sobre escrever, dizia: “No começo, você deve escrever levado pelo vento, até sentir que está voando. A partir daí, o ritmo e a atmosfera desenham sozinhos. É só seguir o voo. Quando você  …




Preste atenção nos novos desenhos animados. Aliás, nem sei mais se ainda podemos chamá-los de desenhos animados, de tão cheios de tecnologia e atores reais que estão. Vale a pena assistir a eles, curtir e assistir novamente dezenas de vezes, mesmo que não se tenham filhos pequenos ou netos para fazer companhia. Histórias consagradas estão sendo desconstruídas e cedendo lugar a uma rápida modernização de temas…