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É comum no futebol: o time domina a partida, tem maior volume de jogo, mas não consegue traduzir essa superioridade em gols. Há várias razões para que isso aconteça. A mais notória delas é a falta de objetividade: um time que apenas lança bolas na área, sem saber exatamente quais são suas principais jogadas de ataque, exerce um domínio improdutivo. Essa situação provoca afobação e insegurança nos atacantes, que se esforçam muito sem resultado. E a cada jogada de ataque desperdiçada, fica mais difícil concentrar-se na hora do arremate a gol.

Há empresas que também lançam muita bola na área e não conseguem fazer gol. São verdadeiras indústrias de projetos. E quase todos eles são considerados absolutamente prioritários, ao mesmo tempo. Quem trabalhou numa empresa média ou grande no Brasil dessa virada de século sabe do que estamos falando. São projetos de reestruturação, de qualidade, de logística, de terceirização, de lançamento de novos produtos, e por aí vai. Falta descobrir quem é que vai pôr em prática os projetos nesse tempo de enxugamento dos quadros de funcionários.

Na verdade, o que falta mesmo é foco nas reais prioridades da organização. Mas antes, é preciso definir quais são elas, e deixar isso bem claro para todo mundo. No futebol é a mesma coisa. É preciso ter objetividade do começo ao fim do jogo, procurando o gol de forma organizada. Ainda assim, é possível empatar ou perder, mas pelo menos todos os jogadores sabem que fizeram o máximo dentro do plano tático estabelecido pelo treinador.

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