Blog do Eloi Zanetti – Consultoria, Palestras e Artigos de Marketing, Criatividade e Vendas

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Archive for outubro, 2011

Nos últimos anos, durante as duas semanas finais de outubro, fico profundamente irritado com o comportamento dos meus vizinhos. É quando passamos ao mundo o nosso atestado de imbecilidade coletiva, de povo sem identidade, fácil de se dobrar aos costumes e modismos alienígenas. São os dias adventícios a esta festa importada chamada Halloween*.




Sempre gostei de frutas, especialmente de laranjas. Não passo um dia sem comer de duas a três variedades e quando viajo, sabendo que ficarei alguns dias em hotel, trato logo de abastecer o frigobar do quarto com vários tipos. É uma necessidade.




A mitologia Grega diz que o destino do homem está sujeito a leis imutáveis que devem ser cumpridas e as entidades que cuidam dos nossos destinos são chamadas de Moiras e são três:




A propósito do link que publiquei no Facebook referente a matéria do Estadão sobre A Internet e o déficit de atenção o meu amigo Marcos Camargo escreveu este primoroso texto sobre o assunto.




Quando abordamos o trabalho de forma direta – pegando o touro à unha – solucionamos problemas e descobrimos a força da nossa capacidade inata.




Há maestros que regem para a música e outros para os músicos. Há jogadores que jogam para o futebol e outros para a torcida. Há empresas que trabalham para e a favor do mercado/clientes/consumidores e outras apenas para seus stakeholders.




Nos anos 60 um jovem negro do Alabama despontou como boxeador de raro talento. Ao mesmo tempo em que exibia movimentos ágeis e leves, impunha força e precisão em golpes quase sempre certeiros. Apresentava um estilo novo, desconcertante, quase um bailado, bonito de se ver, principalmente quando derrotava adversários mais fortes.




Moro no bairro São Francisco e por aqui existem alguns pontos de moradores de rua; os mais frequentados são os do gramado ao lado do prédio da Telepar (sempre dizemos prédio da Telepar, por mais vezes que ele mude de dono) e o da pracinha do Cemitério Municipal. Moradores de rua, como em qualquer lugar do mundo, se fazem acompanhar de cães. Deve ser uma forma de se socializarem.