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A mitologia Grega diz que o destino do homem está sujeito a leis imutáveis que devem ser cumpridas e as entidades que cuidam dos nossos destinos são chamadas de Moiras e são três:

  • Cloto – a fiandeira que tece o fio da vida. O quanto iremos viver.
  • Laquesis provém os quinhões e determina o comprimento do fio. O quanto iremos ter à disposição para viver. Seremos pobres ou ricos?
  • Átropos, a inflexível, aquela que corta o fio da vida. “Hoje, você morre.”

Tanto a mitologia, quanto a história e a prática do dia a dia nos dão conta que tentar escapar do destino é um ato insano. Ao renegar e tentar fugir do seu destino o homem tenta criar barreiras e defesas e essas irão trabalhar exatamente ao contrário do que ele pretende.

O mecanismo da fuga cria as situações que se pretende evitar.

É automático, liquido e certo.

Os romanos diziam: “Aquele que foge do seu destino acaba sendo levado por ele.”

Quanto mais uma pessoa foge do seu destino mais se enrola com as ações da sua fuga. Um animal quando cai numa armadilha, quanto mais se bate mais preso fica.  Por isso,  se aceite como você é e deixe a vida fluir naturalmente. Isto é “Deixe a vida te levar”. O destino do peixe é nadar e ele nada.

Por isso vá ao encontro do seu potencial, do seu talento, seja ele o que for  e acelere o processo estudando e  trabalhando muito naquilo que você gosta. Atenda ao seu chamado, à sua vocação.

Agindo assim o destino agirá junto e a seu favor.

O velho Nietzsche orientava: Torna-te o que tu é.

Um conto, metáfora, para esclarecer mais:

O encontro marcado em Sâmarra

 John O Hara

Certa vez um rico senhor mandou seu escravo fazer compras na feira em Bagdá. O  escravo foi e de repente no meio da multidão levou um susto, porque se deparou com a morte. Apavorado voltou para casa e disse ao seu patrão que havia se encontrado com a morte. Estava apavorado, implorou que o ajudasse a fugir.

O patrão lhe disse: –  Vou escrever um bilhete a um amigo que mora na cidade de Samarra e você vai para lá para se esconder da morte. Pegue o meu cavalo mais veloz e vá. E assim fez o escravo.

O patrão indignado com a situação foi tirar satisfações com a morte. Por que ela havia assustado o seu melhor escravo. Foi ao mercado conversar com ela. Chegando lá, não demorou em encontrá-la.

– Você hem! Assustando o meu escravo.

– Não disse a morte, quem se assustou fui eu por encontrá-lo aqui, pois tenho um encontro marco com ele amanhã em Samarra.

 

 

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  • É extamente isso quando eu aprendi a ler o meu próprio destino, e saber quem eu realmente sou a minha vida começou a mudar drasticamente…mudamos de amig@s, melhora nossa saúde, ficamos mais sábios enfim muda a visão total da vida…e entendemos melhor as pessoas, sempre pergunto aos meus amig@s e clientes para que serve a data e hora de seu nascimento? Pode acreditar que não é só para fazer festas e comer bolo ;o) É o começo da leitura de seu DNA e consequentemente o mapa do seu tesouro. Mas 99% não sabe disso.

  • mitologia conetemporanea obrigado professor Eloi:.