Blog do Eloi Zanetti – Consultoria, Palestras e Artigos de Marketing, Criatividade e Vendas

Blog do publicitário e escritor Eloi Zanetti. Consultoria, palestras, artigos e tudo o que você precisa saber sobre marketing e vendas. Curitiba – PR | Rua Senador Saraiva 78 | Telefone 3026-0222

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Archive for the ‘Carreira’ Category

A palavra briefing, como milhares de outras, nasceu no ambiente militar. Durante a II Guerra Mundial, quando os oficiais da RAF – Força Aérea Real Inglesa – reuniam-se com os pilotos para orientar uma missão, passavam um briefing. A palavra designava o dever a ser cumprido. Cada piloto recebia as informações sobre a importância e a localização dos alvos. O vocábulo migrou para o ambiente publicitário e ficou restrito a  …




O desafio dos administradores não é controlar as pessoas, mas  inspirá-las a levar seus dons, criatividade, iniciativa e paixão para o local de trabalho – empresa. As  questões  são: >  Como criar senso de propósito e valores que irão inspirar as pessoas  a  trazer esses dons de casa para o trabalho todos os dias? > Muitos são criativos em casa, mas ao “baterem o ponto” deixam a criatividade fora do ambiente de trabalho.  …




Empresas vivem solicitando aos seus colaboradores, em tom de quase desespero, para que mudem seus comportamentos e atitudes e se ajustem às novas necessidades administrativas e de vendas. Chamam a isso de modelos mentais, quebra de paradigmas e do que mais estiver em moda no momento. Mudar é a regra do jogo. “Mudem, porque só mudando vocês poderão nos ajudar a vender mais, conquistar territórios e trazer lucros para os  …




A reclamação é geral, de um lado ouve-se: “Meu chefe é muito autoritário e controlador, não me deixa trabalhar.” Do outro: “É preciso rígido controle desta turma, senão fazem corpo mole e nada sai a contento.” Controle é bom, mas o seu excesso trava a criatividade e a espontaneidade das pessoas. E hoje, mais do que nunca, as empresas precisam de ambiente criativo e inovador.







Há que se colocar sutileza, emoção e inteligência. Cuidar antes dos interesses dos clientes para depois dos seus. Há que se saber a linguagem do invisível e do subentendido, saber afiná-la numa sintonia tão fina com aqueles que você quer cativar, quanto o mais fino fio de cabelo.
Andar através dos caminhos da comunicação como quem anda numa corda bamba. Saber centrar suas mensagens como o mais preciso cobrador de escanteios – bola direta na cabeça do zagueiro goleador.







* Matéria e entrevista retirada da Folha de Londrina, do dia 6 de outubro de 2010, quarta feira. Reprodução sem fins comerciais. (Por Érika Gonçalves – Reportagem Local) Conquistar e manter consumidores é primordial para os negócios. Para isso é fundamental usar as ferramentas certas. O relacionamento entre clientes e empresas exige sutilezas, ainda mais levando-se em consideração os diferentes tipos de cliente. Há aqueles que gostam de ser agradados, mas  …




O exemplo vem de cima Se alguém bater na porta de qualquer empresa, de qualquer tamanho, em qualquer lugar do mundo, e perguntar: “Bom dia, dona empresa, quais são seus principais problemas?” Com certeza ela vai responder: “Ah, meu filho, muitas vezes é a falta de capital de giro, mas o que me incomoda mesmo é essa tal de comunicação, não consigo lidar bem com ela.” Como consultor, converso com  …




O mercado é como cobertor curto: cobre de um lado e descobre do outro. Quando você pensa que está quase arrumando seus negócios em uma ponta, eles começam a ser desarrumados na outra. O mercado é vivo, orgânico e molda-se de acordo com as circunstâncias. É uma lei natural porque agentes invisíveis e inesperados estão sempre atentos para tirar proveito das novas situações, sempre foi assim e assim sempre será.







A idéia de pertencer a uma coletividade é tão antiga e óbvia que não nos damos conta da sua importância e passamos direto sobre o tema quando tratamos dos assuntos de gerenciamento da convivência, análise do clima organizacional e de estímulo aos colaboradores. Pertencer e se identificar com um grupo é tão necessário ao ser humano quanto para a maioria dos animais. É por isso que nos unimos e formamos  …




“Prefiro alguém que me diga claramente o que tenho a fazer do que aquele que me dá sugestões indiretas, bem-educadas, mas que preciso adivinhar. São dois trabalhos: primeiro, descobrir o que a pessoa quer e depois, realizar o trabalho. Por isso, gosto de um comando direto, do tipo: ‘Mário, faça tal coisa! Mário vá para a direita! Mário, vire à esquerda!’ Eu gosto de que me mandem, prefiro isso a ouvir insinuações pouco eficientes”, comentou um amigo numa mesa de bar, causando surpresa geral. E olha que ele é um profissional bem-sucedido.