Blog do Eloi Zanetti – Consultoria, Palestras e Artigos de Marketing, Criatividade e Vendas

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Archive for the ‘Crônicas’ Category

Li certa vez um artigo com o título Lamento Borincano, baseado em uma canção latina que conta a história de um campesino que vai todo feliz para a cidade vender suas mercadorias. No caminho faz planos maravilhosos para a família e para o lugar onde vive, já contando com os belos resultados das vendas que conseguiria. Porém, não vende nada, a canção não explica o porquê do seu fracasso como  …




Geração Pedreira

Pedreiras, se abandonadas, viram depósitos de entulhos, de carcaças de carros roubados e local de desova de “presuntos” (vocês sabem o que é isso). A população curitibana não percebe esse triste destino porque já se acostumou a ver as suas pedreiras ocupadas e ordenadas em criativos e charmosos espaços públicos.







Telegrama para você

Quando jovem, uma das minhas tarefas era passar telegramas. Eu ia à sede dos Correios, aquela que fica na esquina das ruas Presidente Faria e XV de Novembro.







Garibaldis & Sacis Carnaval em Curitiba Curitiba e Blumenau foram as últimas cidades brasileiras em que se trabalhava nas segundas-feiras de carnaval. Vivi isso quando piá e boa parte da minha vida de adulto. Enquanto o Brasil se esbaldava e emendava feriados, nós, aqui, ficávamos no batente, sérios, compenetrados, falando mal da pouca vergonha dos baianos e dos cariocas e, ao mesmo tempo, morrendo de inveja dos mesmos.




Coco chanel

Quando alguém encontra a sua maneira de ser, criar e expressar, fazendo algo que o diferencie e destaque dos demais, abre a porta da própria prisão – o autor fica prisioneiro do estilo. A partir desse momento, ele passa, perante si e aos outros, a ser responsável pela sua conquista.




A ligação dos curitibanos com a praia – balneários – é antiga, mas não íntima. Somos o povo da selva, floresta, mais para sobrenomes Silva do que Costa, aqueles que colonizaram o Brasil pelo litoral. Nossos ancestrais vieram para cá, via Sorocaba, em lombo de burro – tropeiros. Por sermos gente de planalto mantemos certo estranhamento com os assuntos do mar.




Há um povo indígena no Acre que se autodefine Huni Kui, cuja tradução tem o significado de “gente verdadeira”. Um amigo que trabalha com tecelagem e é pesquisador dos corantes naturais da floresta brasileira me contou como esta tribo transmite os ensinamentos ancestrais para as novas gerações. São belos exemplos sobre a arte de ensinar, educar e trabalhar em equipe.




Nos últimos anos, durante as duas semanas finais de outubro, fico profundamente irritado com o comportamento dos meus vizinhos. É quando passamos ao mundo o nosso atestado de imbecilidade coletiva, de povo sem identidade, fácil de se dobrar aos costumes e modismos alienígenas. São os dias adventícios a esta festa importada chamada Halloween*.




Sempre gostei de frutas, especialmente de laranjas. Não passo um dia sem comer de duas a três variedades e quando viajo, sabendo que ficarei alguns dias em hotel, trato logo de abastecer o frigobar do quarto com vários tipos. É uma necessidade.