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Archive for the ‘Drops’ Category

ontar histórias é uma forma poderosa de comunicação que se baseia muito no uso de analogias e metáforas. Alguns dos maiores comunicadores – políticos e pregadores – usam histórias e fábulas para transmitir suas mensagens. Uma história bem montada tem personagens definidos, trama curta e uma lição a ser aprendida. É digerida sem esforço e fácil de ser lembrada. Com freqüência, o cenário de uma história nada tem a ver com o contexto do público, mas a moral tem. A propósito, as boas histórias vão além do uso de analogia, representando muitas vezes uma boa síntese em poucas palavras. Bons profissionais em contar histórias conseguem transmitir imagens vívidas que permanecem nas mentes das pessoas.




Círculo+Instância – “o que é que está acontecendo no círculo ao seu redor, neste instante.” Os filósofos dizem: “O homem sábio reconhece a circunstância, sabe conviver com ela, se adapta e tira proveito.” É loucura brigar com as circunstâncias. Nas empresas, quando existem mudanças, a tendência é ir contra. Ora, se gasta muito menos energia se adaptando às novas circunstâncias – mudanças – do que indo contra.




Com a licença da revista Seleções quero registrar aqui o meu tipo inesquecível preferido: o cidadão Henrique Paulo Schmidlin, mais conhecido por Vitamina. Um carismático aventureiro que circula transversalmente por todas as tribos, classes sociais, faixas etárias e grupos de interesse. Muito antes de a palavra transversal começar a ser utilizada, o Vitamina já era transversal. Podemos encontrá-lo nos lugares mais inusitados, dos coquetéis e jantares elegantes a uma festa ao redor de boas pizzas, vinhos e conversas sobre viagens de moto pelo mundo. Vitamina vai para Usuhaia ou Atacama como se fosse a Ponta Grossa – um pulinho. É comum encontrá-lo, sozinho, em trilhas pouco conhecidas na Serra do Mar ou vê-lo discorrer com desenvoltura sobre temas que domina com a precisão de um historiador refinado, como o tropeirismo ou os caminhos pré-colombianos do Itupava e Peabiru.







Primeiro, nos espantamos com aquele insólito paletó cheio de botões, depois com o gesto simpático em nos presentear com um botão relativo ao fato do dia.
Em seguida vem uma avalanche verbal. Hélio fala com desenvoltura sobre qualquer assunto e conceitua o cotidiano como um bom filósofo.







O multifuncional Rettamozzo encontrou bom caminho para a sua arte. Depois de anos na publicidade descobriu uma técnica medieval para a criação de murais, onde o ponto de vista é olhado de cima (vista da torre). Seus novos quadros são uma maravilha em conceitos e concepção – olhe para o chão que tudo está lá, inclusive o nosso planeta.







Vou tecendo, porque a palavra texto vem do latim textum, que significa tecido, ou seja, quem escreve tece. Complexidade – vem de tear. Quando escreve leio em voz alta, porque o som me mostra se faltou ou sobram palavras.  Depois a leitura implacável de Helena – uma crítica feroz. Quando escrevo não conto mais para ninguém só mostro depois de pronto, senão perco a vontade. – Eduardo Galeano




“Você precisa pegar o leitor no inicio do conto e conduzi-lo até o final. Dê um ritmo respiratório para o texto. Caso uma frase corte este ritmo você tem que amaciá-la, um ou dois adjetivos para manter a ligação. Eles estão lá, parecem ser desnecessários, mas estão para ajudar a manter o ritmo. Sem carpintaria não há texto!” – Gabriel Garcia Marques




Se ficar bloqueado pule todo o texto: “Se uma cena ou segmento começar a levar a melhor sobre você,e você ainda quiser insistir nela, contorne-se e prossiga. Quando tiver terminado tudo, volte para lá, talvez você descubra que todo o problema era que ela não se encaixava naquele ponto. Ou volte para o caderno e escreva o caminho de volta ao texto principal o mais depressa possível.”