Pessoas me perguntam sobre cursos de “como escrever de forma criativa” – recomendo o livro “Zen e a arte da escrita” de Ray Bradbury – o roteirista do filme Fahrenheit. No capitulo sobre “Como alimentar a Musa” – ele fala: “No lugar de “arte”, se quiser, coloque “criatividade” ou “subconsciente” ou o nome que preferir…”
Fala-se muito sobre inovação nos dias atuais. O tema entrou com força nas pautas das revistas, jornais, palestras e seminários. Há tempos, discutindo com o meu amigo Marcos Camargo, ele saiu com essa: “É preciso que as velhas idéias morram com os seus donos para que as novas apareçam em toda a sua plenitude.”
Ricardo Setti – colunista da Veja e ex-diretor de redação da Playboy nos presenteia com um saboroso livro sobre Vargas Llosa. A obra é o resultado de algumas entrevistas e encontros que o autor manteve com o escritor durante vários anos. Ele próprio diz: Vargas Llosa, antes e depois do Prêmio Nobel.
Sobre o entrevero entre as torcidas Coxa e Atlético a respeito da torcida única que ouvi ontem na rádio, lembro a frase de Nelson Rodrigues: “uma das potencias do futebol brasileiro é o torcedor. Parece um pobre diabo, indefeso e desarmado. Ilusão. De fato, ele possui uma arma irresistível – o palpite furado.”



















Guia politicamente incorreto da filosofia
Luiz Felipe Pondé