Blog do Eloi Zanetti – Consultoria, Palestras e Artigos de Marketing, Criatividade e Vendas

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Em todo trabalho de web, vídeo, design, criação gráfica, logotipos ou propaganda, na hora dos orçamentos, sempre aparece alguém e diz a fatídica frase: – “eu tenho um sobrinho que faz mais barato.” A área da comunicação está infestada de sobrinhos carregados de boas intenções, que fazem trabalhos baratinhos, nada profissionais e que, na maioria das vezes, precisam ser refeitos por quem realmente entende do assunto.




“Prefiro alguém que me diga claramente o que tenho a fazer do que aquele que me dá sugestões indiretas, bem-educadas, mas que preciso adivinhar. São dois trabalhos: primeiro, descobrir o que a pessoa quer e depois, realizar o trabalho. Por isso, gosto de um comando direto, do tipo: ‘Mário, faça tal coisa! Mário vá para a direita! Mário, vire à esquerda!’ Eu gosto de que me mandem, prefiro isso a ouvir insinuações pouco eficientes”, comentou um amigo numa mesa de bar, causando surpresa geral. E olha que ele é um profissional bem-sucedido.







Uma das mais refinadas pesquisadoras do comportamento humano, minha amiga Nany BIlate, realiza o Projeto Mulheres. Quer ouvir suas histórias, via Rede Social e saber sobre as mudanças da contemporiedade. Coincidência ou não, ainda ontem a noite vi uma entrevista sobre o mesmo tema. O Daniel Filho sendo entrevistado pelo Roberto D`Ávila e falando do seriado Malu Mulher – 1978 – sobre a grande mudança da época – do pós  …




Com o encurtamento da noção de tempo sobre a maturação natural das coisas e dos saberes humanos, observo nas faculdades e nas empresas, jovens ansiosos a respeito das suas carreiras tentando freneticamente cortar caminho na escalada aos postos de diretoria. Pretensão justificada, mas inócua.







Vivemos mergulhados em histórias e nem nos damos conta disso. Há muito tempo pesquiso a força das histórias na construção e defesa de marcas. Tenho batido e rebatido este assunto em minhas palestras e em vários artigos.







A frase acima, extraida de um romance do escritor alemão Erich Maria Remarque, sucesso na década de 20, se tornou gíria popular no Brasil durante algum tempo para se referir a uma ausência total de ação, em alguma coisa. É assim que estamos em se tratando de campanhas eleitorais, nada de novo que valha a pena comentar.







Quando cuidava da comunicação do Bamerindus, vivia dizendo aos meus auxiliares: “É preciso mostrar que existe vida inteligente aqui na Rua Mauá” – endereço da agência. Era a minha maneira de estimular a equipe a pensar por conta própria e não me trazer problemas que eles próprios deveriam resolver. A fórmula se mostrou correta, os trabalhos realizados pela equipe repercutem até hoje. Mudei de empresa e carreguei o mesmo procedimento – “Precisamos provar que existe vida inteligente… blá, blá, blá.”







Merchandising em filmes já se tornou coisa banal.
Quer queira, quer não, iremos assistir merchan em filmes do 007 por toda a vida. Uma ação em filme do agente inglês custa em média 50 a 100 milhões de dólares.
No lançamento de um novo filme é feito uma festa para os apoiadores com a presença da Rainha da Inglaterra.